Sergio Perez/Reuters
Sergio Perez/Reuters

Seedorf nega arrependimento por ter assumido o comando do Milan

O time foi eliminado nas oitavas de final da Liga dos Campeões

Agência Estado

12 de março de 2014 | 10h44

MADRI - O técnico Clarence Seedorf garante não se arrependeu da decisão de abandonar a carreira de jogador profissional, deixando o Botafogo, para se tornar treinador do Milan, mesmo que o seu início de trabalho venha sendo marcado por dificuldades. Na última terça-feira, inclusive, o time foi eliminado nas oitavas de final da Liga dos Campeões da Europa ao perder por 4 a 1 para o Atlético de Madrid, no Vicente Calderón - antes, em casa, já havia sido derrotado por 1 a 0.

"Estou absolutamente convencido de que fiz a escolha certa", disse, admitindo, porém, que imaginava ter dificuldades por assumir o time no meio da temporada. "Eu usei essas cores por dez anos, o presidente do clube me deu tanto, e o Milan está tentando reconstruir o que foi perdido. Este desafio me agradou e não era ideal assumir no meio da temporada, mas estamos nos preparando para o futuro e tentando terminar a temporada da melhor maneira possível", completou, ao jornal esportivo italiano Gazzetta dello Sport.

Para Seedorf, problemas na preparação física dos jogadores estão atrapalhando o desempenho do time em campo. "Eu já disse mais de uma vez que os níveis de condicionamento físico que encontrei aqui não eram ideais. É normal que você sofra quando esta atrás fisicamente desde o início da temporada", disse.

Eliminado da Liga dos Campeões, o Milan ocupa apenas o décimo lugar no Campeonato Italiano, com 20 pontos a menos do que o terceiro colocado Napoli, time que está ficando com a última vaga destinada ao país na próxima edição do torneio europeu. A equipe volta a entrar em campo no próximo domingo, em casa, diante do Parma, e Seedorf garante que o Milan tem seus objetivos para as 11 rodadas finais do Campeonato Italiano.

"Há 11 jogos para fazer na temporada, e temos alguns objetivos muito específicos que acreditamos que podemos obter", disse. " A equipe deve ter uma sensação realista do que pode alcançar. Nós não podemos jogar fora o bom trabalho que temos feito", concluiu.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.