Andre Penner/AP
Andre Penner/AP

Seleção brasileira, enfim, treina com a bola da Copa das Confederações

Preparador de goleiros disse que a nova bola é mais leve e toma impulsão no ar

Robson Morelli - Enviado especial, O Estado de S. Paulo

12 de junho de 2013 | 08h02

GOIÂNIA - A bola com a qual a seleção brasileira treina não é mais a do seu patrocinador, a Nike. A partir desta terça-feira, os jogadores passaram a trabalhar com a bola oficial da Copa das Confederações, da concorrente Adidas. Nessa disputa de marcas e de compromissos, quem sai perdendo é o time. O preparador de goleiros Carlos Pracidelli disse que a nova bola é mais leve, toma impulsão no ar e pode chegar para os goleiros em zigue-zague, o que, claro, dificulta a defesa.

Julio Cesar, Diego Cavalieri e Jefferson já haviam solicitado para a comissão técnica a chance de trabalhar com a bola oficial desde antes do amistoso do Rio, contra a Inglaterra. Mas para não ferir egos e comprometer a CBF e seus parceiros, eles tiveram de se revezar com as duas marcas.

E não foi somente no gol que a bola oficial pregou peças no treino do CT do Goiás. Na movimentação dos reservas em meio campo, num gol a gol com toques rápidos e deslocamentos constantes, pôde se ver alguns chutões para cima, como ocorreu com Jô e Dante, que normalmente não acontecem em dimensões tão reduzidas de gramado. Os jogadores que enfrentaram a França domingo fizeram um trabalho de musculação e apenas deram quatro corridas ao redor do campo, de tênis mesmo. Apenas dois não participaram dessa atividade, o zagueiro Thiago Silva e o atacante Fred. O médico José Luiz Runco, porém, garantiu que foi mais por precaução.

DE AVIÃO 

Nesta quarta-feira, a seleção faz seu último treino em Goiânia, despede-se da cidade e vai de voo fretado para Brasília, onde sábado estreia contra o Japão. A programação da CBF, inicialmente, previa a viagem de ônibus até o Distrito Federal.

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