Seleção espanhola assume favoritismo diante dos EUA

No entanto, meia Xavi Hernández diz que adversário tem evoluído e ressalta que confronto não será fácil

Agencia Estado

23 de junho de 2009 | 15h09

BLOEMFONTEIN - Os jogadores da seleção espanhola assumiram nesta terça-feira o papel de favoritos na partida de quarta, contra os Estados Unidos, pelas semifinais da Copa das Confederações. Apesar de reconhecer a evolução do futebol norte-americano, a Espanha aposta em seu futebol para chegar à final da competição.

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"Assumimos que somos favoritos, mas não será nada fácil. Tenho visto os Estados Unidos mais fortes do que quando jogamos com eles em um amistoso no ano passado. Eles têm evoluído", afirmou o meio-campista Xavi Hernández em referência à vitória espanhola por 1 a 0, em amistoso na cidade de Santander, na Espanha.

Já Albert Riera seguiu o mesmo discurso, assumindo a responsabilidade, mas tentando não menosprezar o rival. "Estados Unidos são um time muito compacto. São muito fortes e estão sendo uma equipe. Não com um jogador determinado, mas nós temos que nos concentrar em nós mesmos", disse Riera. "Se fizermos as coisas bem e seguimos na mesma linha, não devemos ter problemas. Nós somos normalmente quem têm a posse de bola e é o rival que tem de se preocupar conosco", completou o jogador.

Atual campeã europeia, a Espanha é a seleção com o maior número de vitórias seguidas na história: 15. Além disso, o time igualou o recorde de invencibilidade, com 35 partidas sem derrotas - o Brasil atingiu esta marca entre 1993 e 1996. Agora, os espanhóis têm a chance de quebrar o recorde brasileiro e ainda chegar à final da Copa das Confederações.

"O fato de que a Espanha seja a favorita fará que eles joguem com menos pressão, já que não têm nada a perder. Nesse sentido, nós temos mais pressão. Assumimos que somos favoritos e assumimos a pressão, mas sabemos a importância deste torneio e queremos chegar à final", concluiu Xavi.

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