Lucas Figueiredo/CBF
Lucas Figueiredo/CBF

Seleção feminina estreia na Copa América com vitória sobre a Argentina

Equipe marcou 3 a 1 nesta quinta-feira, em Coquimbo, no Chile, na estreia das equipes no Grupo B da competição

Estadão Conteúdo

05 de abril de 2018 | 21h22

A seleção brasileira de futebol feminino derrotou a Argentina por 3 a 1 nesta quinta-feira, em Coquimbo, no Chile, na estreia das equipes no Grupo B da Copa América. Mais cedo, pela mesma chave, a Venezuela venceu o Equador por 1 a 0.

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O time brasileiro teve o controle do jogo e abriu o placar com um golaço de Bia Zaneratto. Ela aproveitou uma saída de bola errada da equipe adversária, avançou da direita para a esquerda e mandou uma bomba de fora da área.

A Argentina deixou tudo igual no segundo tempo, em cobrança de falta. A seleção brasileira voltou a ficar na frente, com Cristiane, de pênalti. Nos acréscimos, Débora aproveitou cruzamento da direita e mandou para as redes de cabeça.

A seleção treinada pelo técnico Oswaldo Alvarez, o Vadão, volta a campo no sábado, quando terá pela frente o Equador. Na quarta-feira, encara a Venezuela e na sexta-feira, dia 13, fechará a campanha na primeira fase contra a Bolívia.

Estes confrontos serão válidos pelo Grupo B da competição, na qual os dois primeiros colocados de cada chave avançam a um quadrangular final que será realizado em sistema de pontos corridos, com duelos nos dias 16, 19 e 22, para definir quem ficará com a taça.

O Brasil tem amplo domínio na Copa América. Das oito edições, venceu seis. A atual edição tem como principal atrativo o fato de dar vagas ao Mundial de 2019, na França, e na Olimpíada de 2020, em Tóquio.

O campeão e o vice do torneio sul-americano garantirão lugar direto no grande evento em solo francês, enquanto o terceiro colocado disputará uma repescagem contra um representante da Concacaf em busca de um outro lugar. A seleção vencedora da Copa América também vai assegurar um posto nos Jogos Olímpicos e a vice-campeã jogará uma outra repescagem contra uma nação da África por uma segunda vaga na capital japonesa. Para completar, a disputa no Chile distribuirá quatro postos nos Jogos Pan-Americanos de 2019, em Lima.

O Brasil faturou o título sul-americano em 1991, 1995, 1998, 2003, 2010 e 2014 e só não ficou com a taça de campeão em 2006, quando foi surpreendido pela Argentina na decisão realizada na casa da adversária.

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