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Seleção já conhece o caminho das pedras para bater o Japão

Equipe japonesa que entrará em campo é bastante parecida com time que o Brasil bateu a menos de um ano

Mateus Silva Alves - ENVIADO ESPECIAL, O Estado de São Paulo

12 de junho de 2013 | 08h00

GOIÂNIA - O primeiro adversário do Brasil na Copa das Confederações é um freguês de caderneta da seleção, apesar de ter evoluído muito nos últimos anos. A última demonstração da superioridade dos brasileiros sobre o Japão foi dada há menos de um ano, quando as equipes se enfrentaram em um amistoso realizado na cidade de Wroclaw, na Polônia.

Ainda sob o comando de Mano Menezes (foi a antepenúltima partida da equipe com o gaúcho como técnico), a seleção goleou os japoneses por 4 a 0. Um resultado que, por incrível que pareça, foi surpreendente, já que o Japão jamais havia chegado com tanto moral a um duelo com o Brasil. Dias antes do jogo, o time asiático havia derrotado a França por 1 a 0 no Estádio Saint-Denis, em Paris, um dos resultados mais expressivos da história do futebol nipônico.

Sete integrantes do time brasileiro que goleou o Japão em outubro estarão na Copa das Confederações: Thiago Silva, David Luiz, Paulinho, Oscar, Hulk, Neymar e Lucas. Como apenas o último não deverá ser titular no sábado, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, mais da metade da equipe que vai encarar os japoneses já sabe exatamente o que fazer para superá-los. Basta repetir o que eles fizeram em Wocraw, até porque o Japão estava completo naquela ocasião. As duas maiores estrelas do futebol do país, Kagawa (do Manchester United) e Honda (do CSKA Moscou), estavam em campo, como deverão estar novamente no próximo sábado.

Desde a primeira vez que Brasil e Japão se enfrentaram, em 1989, foram disputadas nove partidas entre as seleções, com sete vitórias brasileiras e dois empates. Ironicamente, os únicos jogos contra os japoneses que o time brasileiro não venceu foram válidos pela Copa das Confederações. Na edição de 2001, realizada no Japão e na Coreia do Sul, houve um empate por 0 a 0, na cidade japonesa de Ibaraki. Quatro anos depois, em Colônia, na Alemanha, um novo empate, desta vez por 2 a 2.

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