Daniel Teixeira/Estadão
Daniel Teixeira/Estadão

Seleção mostra preocupação com bola aérea do Paraguai

A seleção brasileira está preocupada com a jogada aérea do Paraguai. No treino desta quarta-feira, Cláudio Taffarel, o preparador de goleiros, exigiu bastante de Jefferson. O titular da seleção terá a missão de sair em praticamente todas as bolas para ajudar a defesa e dividir a responsabilidade com os zagueiros.

ALMIR LEITE E GONÇALO JUNIOR, enviados especiais a Santiago, O Estado de S. Paulo

24 de junho de 2015 | 18h58

"O ponto forte do Paraguai é a bola alta. Eles têm jogadores que são perigosos quando vão para a área. O Jefferson vai fazer um trabalho justamente por isso", afirmou Taffarel em entrevista coletiva nesta quarta-feira.

O jogo aéreo foi uma das principais armas para o Paraguai manter a invencibilidade na Copa América. A equipe empatou com a Argentina por 2 a 2 (depois de estar perdendo por 2 a 0), empatou com o Uruguai e ganhou da Jamaica. "Na última partida, eu vi o Jefferson solto na saída de bola alta. Mesmo que não seja para pegar firme, a saída do goleiro ajuda muito a defesa. Ele vai ter que sair em todas as jogadas para aliviar", antecipou o preparador de goleiros.

Com os jogadores de linha, Dunga fez um trabalho tático e técnico. O treinador dividiu a equipe em três grupos com o objetivo de criar as jogadas com rapidez. A comissão técnica exigia agilidade e intensidade. Na parte final, Taffarel exigia domínio de bola e finalização.

A definição do time titular será feita no treinamento desta quinta-feira, com portões fechados, no Centro de Treinamento da Universidad de Chile. A tendência é a manutenção do time que venceu a Venezuela. Depois da fraca atuação na última partida, Philippe Coutinho, no entanto, pode perder a vaga para Fred ou Douglas Costa.

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