Mariana Bazo/Reuters
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Seleção peruana afirma não temer Brasil e diz conhecer bem Neymar

Equipe se diz satisfeita com logística na primeira fase da Copa América

Redação, O Estado de S.Paulo

25 de janeiro de 2019 | 00h13

A seleção peruana saiu satisfeita do sorteio da Copa América, realizado nesta quinta-feira, no Rio. O representante da equipe, o preparador físico Nestor Bonillo, afirmou que gosto do resultado por ter evitado deslocamentos muito grandes durante os jogos da primeira fase e garante que apesar de ter de enfrentar o Brasil, os jogadores conhecem bem como podem marcar Neymar.

O Peru terá como compromissos na fase de grupos a Venezuela, em Porto Alegre, a Bolívia, no Maracanã, e o Brasil, na Arena Corinthians. "Me alegra muito porque não são trajetos longos. E isso, em uma competição muito curta faz toda a diferença porque nos dá a possibilidade de descansar", disse Bonillo, que trabalha com o técnico Ricardo Gareca.

A equipe peruana acaba de disputar uma do Copa do Mundo pela primeira vez depois de 36 anos de ausência. A confiança faz a seleção se sentir preparada para enfrentar o Brasil, equipe da casa, logo na fase de grupos. "Gareca conhece muito bem o Brasil, assim como eles nos conhecem bem. Sobre o Neymar, jogamos contra ele muitas vezes quando éramos técnicos do Vélez. Jogamos também em Copa América e em Eliminatórias. Por isso, o conhecemos muito bem", explicou.

Os peruanos foram campeões da Copa América em 1939 e 1975. Nas edições recentes, a equipe foi terceira colocada em 2011 e 2015, além de ter chegado às quartas de final em 2016, na Copa América Centenário. Neste último torneio, aliás, o time do técnico Gareca eliminou o Brasil na fase de grupos com a vitória por 1 a 0.

Agora em 2019, o foco da comissão técnica está em garantir um bom resultado contra a Venezuela, na estreia, tida como a rival direta por uma das vagas à próxima fase. "Temos uma partida fundamental na estreia, um rival que está crescendo muito e, com certeza, será uma partida duríssima. O futebol venezuelano já é uma realidade", explicou Bonillo.

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