Seleção tem problemas para treinar no Chile

A seleção brasileira sub-23 enfrentou problemas em seu primeiro dia de trabalho no Chile para a disputa do Pré-Olímpico. Ao chegar a Talcahuano, cidade vizinha a Concepción, onde a delegação está hospedada, o time do técnico Ricardo Gomes se surpreendeu com a falta de campo para treinar. Ricardo Gomes e a comissão técnica ficaram irritados, pois dos três campos do Deportivo Huachipato, um time da Primeira Divisão chilena, os dois principais estavam em manutenção. Sobrou um bem menor, um pouco maior do que um campo soçaite. Sem outra alternativa, os jogadores da seleção fizeram um rachão neste sábado pela manhã, que serviu mais como movimentação física. O administrador da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Guilherme Ribeiro, esteve em outubro no local e teve a informação de que os campos passariam por reformas, mas tendo a promessa de que estariam à disposição da equipe brasileira quando ela necessitasse. O futebol chileno está em recesso há três semanas, mas mesmo assim os administradores não se preocuparam muito em atender os brasileiros. Neste sábado, depois de muita pressão, os anfitriões do Pré-Olímpico fizeram um mutirão para cortar a grama do principal campo. A equipe poderá treinar no Estádio do Huachipato, com capacidade para 10 mil pessoas, só em um período. A idéia de Ricardo Gomes era fazer dois treinos por dia. As surpresas desagradáveis começaram na sexta-feira, dia do desembarque em Concepción. O hotel reservado para a delegação foi cedido para a seleção chilena e os brasileiros tiveram de se acomodar em um outro, bem mais modesto.

Agencia Estado,

03 de janeiro de 2004 | 12h47

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.