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Seleção testa seu 12º meio-de-campo

Sem poder contar com Gilberto Silva e Edmílson, afastados por contusão, o técnico Carlos Alberto Parreira vai escalar, sábado, contra a Venezuela, o 12º meio-de-campo diferente da seleção do Brasil, este ano. Ele contou com pelo menos um dos dois jogadores machucados nas dez partidas disputadas pela equipe principal em 2004, desde o amistoso com a Irlanda, em fevereiro, até o confronto com a Alemanha, no início de setembro. Houve ainda mais seis compromissos, pela Copa América, competição da qual Parreira abriu mão do grupo titular das Eliminatórias do Mundial de 2006.A formação mais provável, do setor, para enfrentar os venezuelanos, em Maracaibo, inclui Renato, Juninho Pernambucano, Zé Roberto e Kaká. Bem cotado também está Edu, do Arsenal, que poderia disputar vaga com Zé Roberto. O jogador Magrão, do Palmeiras, ficará entre os reservas.Vários fatores provocaram essas alterações em série: contusões, suspensões, e mesmo por opção técnica ou tática de Parreira.Edmílson foi promovido a volante depois de campeão do mundo, em 2002, como zagueiro. Aprovou e vinha sendo titular da equipe - devido à lesão de joelho pode ficar até seis meses sem atuar. Por isso, corre o risco de perder espaço numa disputa direta com Renato e Gilberto Silva, que também não deve voltar à atividade em 2004, por problemas nas costas.Outro convocado para a mesma posição é Juninho Pernambucano, do Lyon. Ele esteve presente em nove das dez partidas do time principal - em oito das quais saiu jogando - e já tem vaga assegurada na equipe, salvo algum imprevisto. "O futebol brasileiro é rico em jogadores; claro que há uma queda no aspecto de conjunto da equipe, com tantas mudanças. Mas o nosso grupo é tão bom que o mantém o equilíbrio técnico", disse o coordenador da seleção, Zagallo. Ele reforçou opinião de Parreira sobre a qualidade de Renato, ex-Santos e hoje no Sevilla. "Vai entrar no jogo e dará conta do recado, sem nenhuma dúvida." Parreira e Zagallo gostam de mais um meia pentacampeão, que passa momentos difíceis desde o Mundial do Japão e Coréia do Sul: Kléberson, do Manchester United. Ele sofreu várias contusões nas duas últimas temporadas e mesmo assim voltou à seleção. Na Copa América, foi titular em cinco dos seis confrontos do Brasil, mas não rendeu bem. Pode ser que tenha nova chance mais adiante. No entanto, ficou fora das convocações para enfrentar Bolívia, Alemanha e, agora, Venezuela e Colômbia, dia 13.

Agencia Estado,

04 de outubro de 2004 | 19h56

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