Sem apoio de federações, trinitino vai à CAS para ser candidato à Fifa

O ex-jogador de Trinidad e Tobago David Nakhid decidiu recorrer à Corte Arbitral do Esporte (CAS), localizada em Lausanne, na Suíça, para poder ser admitido como candidato à presidência da Fifa. O trinitino teve sua candidatura recusada pelo Comitê Eleitoral da Fifa porque ele não cumpriu o requisito de apresentar apoio formal de cinco confederações nacionais.

Estadão Conteúdo

16 de novembro de 2015 | 14h53

Nakhid é visto como um "laranja" de Jack Warner, ex-cartola do país caribenho e acusado de corrupção. Não ficou claro até aqui, entretanto, se pelo menos a confederação de Trinidad e Tobago apoiou a candidatura de Nakhid para as eleições que estão marcadas para 26 de fevereiro do ano que vem. A CAS ainda não estipulou uma data para decidir o caso.

Na véspera do prazo para inscrições de candidaturas, o brasileiro Zico anunciou sua desistência. Sem o apoio do Brasil, o ex-jogador não conseguiu as cinco cartas de recomendação para que tivesse sua candidatura chancelada. Ele alegava que tinha a garantia de apoio de seis confederações, mas que houve uma "reviravolta".

Sem Zico e Nakhid, são seis os candidatos para suceder a Joseph Blatter: o príncipe jordaniano Ali Bin Al Hussein, o liberiano Musa Hassan Bility, o francês Jérôme Champagne, o suíço Gianni Infantino, o francês Michel Platini, o bareinita Salman bin Ebrahim Al Khalifa e o sul-africano Tokyo Sexwale.

Na semana passada, a Fifa validou as candidaturas de o príncipe jordaniano Ali Al Hussein, do bareinita Salman Bin Ebrahim Al Khalifa, o francês Jérôme Champagne, do suíço Gianni Infantino e e do sul-africano Tokyo Sexwale para a corrida presidencial na entidade. O presidente da Uefa Michel Platini ainda precisa aguardar que o exame de sua situação legal seja concluído, enquanto o liberiano Musa Bility foi afastado da disputa.

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