Gonzalo Fuentes/ Reuters
Gonzalo Fuentes/ Reuters

Sem clube, Cavani pode voltar ao futebol sul-americano e Atlético-MG sonda o uruguaio

Aos 33 anos, o atacante preza por um projeto de carreira com a parte financeira em segundo plano, de acordo com pessoas próximas ao jogador

Redação, O Estado de S.Paulo

07 de agosto de 2020 | 10h33

O atacante uruguaio Edinson Cavani pode retornar ao futebol sul-americano. O jogador está sem clube, após o Paris Saint-Germain informar que não pretende renovar o seu contrato. Dentre as possibilidades, está um possível retorno ao continente para ele ficar próximo da família. O Atlético-MG sondou os interesses de Cavani recentemente.

A informação diz que o Atlético trata a possibilidade com ressalvas, isso em decorrência da remuneração do jogador, que seria incompatível com o orçamento do clube mineiro ou de qualquer ouro no País, menos o Flamengo. Seu salário no PSG se aproximava dos 1,5 milhão de euros mensais (R$ 9 milhões).

No entanto, pessoas ligadas a Cavani afirmam que o atleta prezaria por um projeto de carreira e não pelo lado financeiro, por isso o Atlético-MG voltou a sondá-lo com mais firmeza. O jogador, de 33 anos, avalia retornar à América do Sul nesta etapa da carreira.

O interesse por Cavani não é de exclusividade do Atlético-MG. O Benfica, de Jorge Jesus, também coloca o atacante em sua lista de desejos. Assim como os mineiros, o clube português tem sido protagonista no mercado da bola e já recrutou peças importantes para a temporada 2020/21, como Pedrinho, ex-Corintians, e tenta se acertar com Cebolinha, do Grêmio. 

O Atlético-MG se movimenta na busca por reforços. Já contratou Junior Alonso, Bueno, Keno, Mariano, Alan Franco, Marrony e Léo Sena. Na última quarta-feira, a equipe do treinador argentino Jorge Sampaoli venceu o América-MG por 3 a 0 e se classificou para a final do Campeonato Mineiro.  

Cavani deu seus primeiros passos no futebol nas categorias de base do Salto FC, sediado na região que faz fronteira entre o Uruguai e a Argentina. Em 2005, ele se mudou para Montevidéu. Foi transferido para o Danubio, clube pelo qual fez seu primeiro jogo como profissional e ergueu sua primeira taça: a do Campeonato Uruguaio. Dois anos depois, ele foi negociado ao Palermo, da Itália, e desde então não regressou mais ao seu continente.

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