Sem Edmundo e Valdivia, Palmeiras muda time mais uma vez

Deyvid e Caio lutam pela vaga do chileno, enquanto Luiz Henrique ganha a vaga no ataque contra o Juventude

Juliano Costa, do Jornal da Tarde,

26 de julho de 2007 | 18h36

A torcida palmeirense, enfim, pôde ver a dupla Valdivia e Edmundo mais uma vez em ação, após quase dois meses ausente, na heróica vitória sobre o Vasco, por 3 a 2, na noite de quarta-feira. Mas agora terá de esperar mais um pouco para ver os dois principais jogadores do time novamente em campo: eles levaram o terceiro cartão amarelo e vão desfalcar o Palmeiras na partida de domingo, contra o Juventude, em Caxias do Sul.Na vaga do chileno Valdivia, a briga está entre os meias Deyvid e Caio. E Luiz Henrique deve entrar no lugar de Edmundo. "Ele é um jogador muito rápido, tem entrado bem nos jogos", elogiou o técnico Caio Júnior, ao falar sobre o atacante que chegou recentemente do São Caetano.Luiz Henrique marcou, na quarta-feira, seu segundo gol com a camisa palmeirense. E foi justamente o gol da vitória sobre o Vasco - assim como acontecera no último dia 7, quando ele garantiu o 1 a 0 sobre o Náutico. O atacante tem se mostrado decisivo e também humilde. Não aceita o rótulo de ‘salvador da pátria’. "Se eu fosse o salvador, podia jogar sozinho que salvava tudo", brincou Luiz Henrique. "Eu me sinto abençoado, é fruto do trabalho da semana."Além de Edmundo e Valdivia, o Palmeiras vai ter o desfalque de Makelele, suspenso, para o jogo contra o Juventude. Nesta quinta-feira, os reservas palmeirenses fizeram um jogo-treino com a Inter de Limeira, no CT do clube, e venceram por 3 a 1.SustoOs jogadores do Palmeiras revelaram apenas nesta quinta-feira que o vôo que os levou de Curitiba para São Paulo, na última segunda-feira, precisou "arremeter" - abortar o pouso - quando se preparava para descer no Aeroporto de Cumbica. O time havia perdido na véspera do Paraná, por 1 a 0, pelo Campeonato Brasileiro."Deu um pouco de medo, sim. Aí, quando o avião finalmente parou, todos bateram palmas", contou o volante Wendel. O vôo era da TAM, assim como o do trágico acidente em Congonhas, na semana passada.Apesar do medo, a "arremetida" é um recurso normal, usado com freqüência pelos pilotos e que não oferece riscos aos passageiros. No sábado, a delegação palmeirense volta à Cumbica, com destino a Caxias do Sul, onde domingo enfrentam o Juventude.

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