Sem entender 'protesto' de Guerrero, STJD absolve atacante por expulsão

Até agora ninguém entendeu direito o que quis dizer o atacante Pablo Guerrero quando, reclamando de um cartão amarelo recebido no jogo entre Flamengo e Grêmio pelo Brasileirão, levou às mãos aos ouvidos e, depois, aos olhos, simulando algo que pareceu uma câmera ou um óculo. Os gestos renderam a ele um cartão vermelho, mas não valeram punição no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

Estadão Conteúdo

11 de novembro de 2015 | 19h10

Nesta quarta-feira, Guerrero foi julgado pela Terceira Comissão Disciplinar do STJD e acabou absolvido por unanimidade. Quando protestou contra o cartão, Guerrero e o juiz do jogo estavam de costas um para o outro. O quarto árbitro e um assistente alertaram o juiz sobre o protesto, que acabou rendendo o vermelho.

Mas, no entender do STJD, não há como punir o atleta por um gesto que ninguém entendeu o que era. Fica a versão do advogado Michel Assef Filho, do Flamengo, que defendeu Guerrero.

"A explicação do atleta diante desse gesto foi que, por ter sido o terceiro amarelo, ele ficaria de fora da próxima partida. Guerrero virou para o banco e fez o gesto de que os companheiros iriam ver na fita que não foi nada", relatou o advogado.

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