Mailson Santana/Fluminense
Mailson Santana/Fluminense

Sem Ganso e com Pedro no banco, Fluminense promete ir ao ataque na estreia

Equipe de Fernando Diniz enfrentá o Goiás, neste domingo, às 19h, no Maracanã

Redação, Estadão Conteúdo

28 de abril de 2019 | 15h19

Sem tempo para treinar, o técnico Fernando Diniz fez a opção de priorizar a recuperação física de seus jogadores para o confronto contra o Goiás, domingo, às 19 horas, no Maracanã, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. O time vai continuar sem o meia Paulo Henrique Ganso, machucado, porém, vai ter o artilheiro Pedro, de novo, no banco de reservas, com grandes chances de entrar no segundo tempo.

A verdade é que além do desgaste físico, pelo jogo e pela viagem, o Fluminense também se desgastou além do esperado para garantir sua vaga na próxima fase da Copa do Brasil no Arruda, no Recife, na última quinta-feira. Depois de perder o jogo por 2 a 0, teve que definir sua vaga nos pênaltis, ganhando por 3 a 2.

"A gente esperava manter a vantagem inicial, mas não jogamos bem e poderíamos ter sofrido mais gols", admitiu o goleiro Rodolfo. Ele defendeu duas cobranças, viu outra passar por cima do seu travessão e acabou sendo decisivo para a vaga que valeu um prêmio de R$ 2,5 milhões ao clube.

Diniz mantém o foco na estreia diante do Goiás, alertando que "podemos até mudar alguma peça desde que alguém reclame de dores ou de lesão". O grupo ganhou folga sexta-feira e só fez um treino leve no sábado. Mas o técnico já adiantou que pretende manter a mesma base que avançou na Copa do Brasil.

O polivalente meio-campista Caio Henrique reclamou de dores musculares, mas está praticamente confirmado. Sem Ganso, a sua vaga continua com Allan. Jogando em casa e com o apoio da torcida, a expectativa é de um time ofensivo com as presenças no ataque de Everaldo, Luciano e Yony González. Quem não for bem, deve ser substituído no segundo tempo com a quase certa entrada de Pedro.

A ideia é ir usando ele aos poucos para recuperar ritmo de jogo sem correr riscos de sofrer alguma lesão muscular, comum para quem ficou tanto tempo sem jogar - Pedro esteve parado por oito meses, após realizar uma cirurgia no joelho direito. Mas já teve o gostinho de marcar um gol np Recife, acertando um dos pênaltis. "Fiquei contente só de ver a bola balançar as redes, além de muita alegria de poder fazer o que eu gosto, que é jogar futebol", concluiu.

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