Daniel Teixeira/Estadão
Daniel Teixeira/Estadão

Philippe Coutinho se diz pronto para substituir Neymar na seleção

Meia ainda não sabe se defenderá o Brasil contra a Venezuela

ALMIR LEITE E GONÇALO JUNIOR, enviados especiais a Santiago, O Estado de S. Paulo

19 de junho de 2015 | 13h58

O meia Philippe Coutinho vive a expectativa de ser o substituto de Neymar na seleção brasileira no jogo deste domingo contra a Venezuela. A partida vai decidir a sorte da equipe na Copa América e o técnico Dunga ainda não definiu a equipe. Coutinho, na realidade, pode jogar independentemente de entrar no lugar do craque do time. Pode ser aproveitado, por exemplo, no lugar de Fred. Seja como for, garante estar preparado.

"A gente não sabe ainda quem vai jogar. O Dunga não conversou com a gente", disse no início da tarde desta sexta-feira, em entrevista no hotel em que a seleção brasileira está concentrada em Santiago. "Mas acredito que está todo mundo preparado. Eu estou preparado", garantiu.

Coutinho tem bons motivos para pleitear a vaga contra os venezuelanos. Foi bem nos amistosos pré-Copa América contra México e Honduras, quando só jogou o primeiro tempo - saiu para dar lugar a Neymar - é só não ficou no time que estreou na competição contra o Peru por ter sentido dores na coxa.

Perdeu o lugar que agora pode recuperar, até porque teve rendimento razoável na segunda etapa do confronto em que o Brasil foi derrotado pela Colômbia, na quarta-feira. E jogará da maneira que Dunga determinar - mais adiantado ou fazendo mais a armação. "Não tenho preferência de que função fazer, a minha preferência é ajudar a equipe."

O jogador do Liverpool se diz preparado até pela experiência adquirida desde que foi para a Europa. "Passei por diferentes estilos de jogo. Na Itália (Internazionale) o jogo é mais prático, na Espanha (Espanyol), mais técnico, e na Inglaterra mais intenso. Acredito que tenha melhorado no aspecto da intensidade de jogo."

Philippe Coutinho considera esta a Copa América mais complicada dos últimos tempos e lamenta a ausência de Neymar, mas diz: "Ele é o nosso principal jogador, mas todos que estão aqui têm de estar preparados. A gente vai ter de superar a ausência do Neymar para passar de fase".

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