Thiago Toledo / Ponte Press
Thiago Toledo / Ponte Press

Sem tempo para treinar, Baptista deve manter a base da Ponte no domingo

Time campineiro tem confronto decisivo contra a Chapecoense para escapar do rebaixamento

Estadão Conteúdo

22 de setembro de 2017 | 13h06

Sem tempo para treinar, o técnico Eduardo Baptista já sinalizou que pretende manter a base da escalação da Ponte Preta que venceu o Sport, por 1 a 0, quarta-feira, no Moisés Lucarelli, pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana. Mesmo tendo sido eliminada, a equipe campineira agradou ao substituto de Gilson Kleina que fará sua estreia contra a Chapecoense, às 16 horas de domingo, na Arena Condá, em Santa Catarina.

Este jogo é considerado de seis pontos, afinal os dois times têm os mesmos 28 pontos e o mesmo objetivo: se afastar da zona de rebaixamento. "O time foi bastante aplicado e venceu mesmo tendo um jogador a menos por todo o segundo tempo", explicou Baptista que viu do camarote a partida, enquanto o auxiliar João Brigatti comandava o time na beira do gramado. A Ponte não avançou às quartas de final porque tinha perdido em Recife, por 3 a 1.

Por enquanto o novo técnico só teve dois contatos com o grupo. Na quinta-feira à tarde quando praticamente apenas se apresentou ao grupo e expôs suas ideias e nesta manhã quando fez um ensaio tático com portões fechados. Depois desta movimentação ele garantiu que já tem o time definido, "mas vamos deixar para divulgar só antes do jogo", afirmou.

Existe uma baixa em relação ao último jogo: o volante Élton está suspenso. Em seu lugar deve entrar Fernando Bob que, por coincidência estava suspenso diante do time pernambucano. Bob atuaria ao lado do volante Naldo, com Renato Cajá iniciando o trabalho na armação. Caso opte por um esquema mais defensivo, ele pode utilizar outros volantes como Wendel ou Jadson, agora liberado pelos médicos. Ele tratava de uma lesão no joelho direito.

O ataque deve ser mantido com Felipe Saraiva, Léo Gamalho e Lucca. O técnico lamentou as mudanças forçadas feitas no último jogo. "Com a expulsão do Nino, foi preciso sacrificar o Saraiva para recompor a defesa com o Jeferson. E, no intervalo, reforçar a marcação com a entrada de Claudinho no lugar do Cajá. Isso atrapalhou a evolução do time que poderia ter ido mais além e, talvez, até conquistado a vaga", explicou. Se tivesse vencido por 2 a 0, a Ponte chegaria às quartas.

A delegação segue à tarde para Chapecoense e vai tentar fazer um treino de reconhecimento do gramado no sábado. Caso contrário vai estudar vídeos e anotações da comissão técnica na concentração. A volta de Santa Catarina está prevista para segunda-feira à tarde.

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