Mailson Santana / Fluminense FC
Mailson Santana / Fluminense FC

Sem treinador e em crise, Flu briga para não retornar à zona de rebaixamento

Auxiliar Marcão comanda o time interinamente; Zaga deve ser formada por Nino e Luccas Claro e Ganso deve ser titular

Redação, Estadão Conteúdo

29 de setembro de 2019 | 13h38

Depois de uma sexta-feira conturbada com a demissão de Oswaldo de Oliveira e a multa a Paulo Henrique Ganso pelo seu comportamento explosivo no desentendimento que teve com o técnico, o Fluminense não quer ver a situação ficar ainda pior com o retorno à zona de rebaixamento do Brasileirão. No momento, soma apenas 19 pontos. E, para não depender de outros resultados, precisa vencer o Grêmio, neste domingo, às 16 horas, no Maracanã, pela 22.ª rodada, para permanecer fora da área de risco da tabela.

Até a última sexta-feira, a diretoria tricolor ainda não havia definido quem seria o substituto de Oswaldo de Oliveira, que ficou pouco mais de um mês no cargo. Recém-demitido do São Paulo, Cuca foi procurado, mas não pretende trabalhar mais em 2019.

Enquanto os dirigentes não definem o novo comandante, o auxiliar-técnico Marcão é quem vai dirigir o Fluminense de forma interina. Como não teve muito tempo para treinar, a tendência é a de que ele mantenha a base do time que empatou com o Santos por 1 a 1, no Maracanã, realizando apenas as mudanças necessárias.

Expulsos contra a equipe santista, os zagueiros Digão e Frazan cumprem suspensão automática. Como apenas o primeiro é titular, a tendência é a de que Luccas Claro seja o companheiro de Nino, fazendo sua estreia com a camisa tricolor.

Apesar de ter sido punido pela diretoria com um porcentual do seu salário pela discussão que teve com Oswaldo de Oliveira na última partida, Ganso está à disposição da comissão técnica e deve ser titular.

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