Wilton Junior/Estadão
Wilton Junior/Estadão

'Será o jogo do Neymar', prevê Thiago Silva antes de Brasil x México

Zagueiro que será o capitão do Brasil contra o México crê em grande partida do camisa 10

Almir Leite e Leandro Silveira, enviados especiais / Samara, O Estado de S.Paulo

01 Julho 2018 | 12h02

Ainda que tenha marcado um gol contra a Costa Rica e se destacado contra a Sérvia, Neymar ainda não brilhou na Copa do Mundo da Rússia como o seu talento permite. Mas o início dos mata-matas, com o duelo desta segunda-feira com o México, em Samara, pode ser o cenário ideal para isso, como destacou neste domingo, em entrevista coletiva, Thiago Silva.

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O zagueiro é companheiro de Neymar no Paris Saint-Germain. E outros dois colegas deles brilharam no sábado, com Mbappé e Cavani marcando dois gols cada pelas seleções da França e do Uruguai nos duelos com Argentina e Portugal, respectivamente, e classificando os seus respectivos países às quartas de final na Rússia.

"Ontem (sábado), quando acabaram os dois jogos, fiquei com o pensamento que o nosso jogo será do Neymar. O PSG está muito bem representado, mas nossa equipe é equilibrada e espero que amanhã (segunda-feira) o Neymar esteja inspirado como os outros", afirmou o zagueiro, que foi escolhido por Tite para ser o capitão do Brasil no duelo com o México, na segunda vez em que ele exerce essa função na Rússia - a outra foi no confronto com a Costa Rica.

Thiago Silva também reconheceu a necessidade de o Brasil não cometer erros graves no confronto com o México, sob o risco de a equipe ser eliminada precocemente da Copa do Mundo. "Agora, você tem de errar o menos possível. É um jogo difícil, o México teve méritos para estar aqui, como nós também merecemos", comentou o zagueiro, que elogiou jogadores como Chicharito Hernández e Vela.

 

Primeiro colocado do Grupo E, o Brasil terá pela frente nas oitavas de final a segunda melhor seleção do F, o México, que acabou deixando para trás a Alemanha, derrotada por ela ainda na primeira rodada da chave por 1 a 0. Isso, inclusive, impediu um reencontro com os alemães, atuais campeões mundiais e que aplicaram 7 a 1 na equipe brasileira nas semifinais em 2014.

"A Alemanha era uma das favoritas, mas não temos de ficar falando disso. Até porque não vai mudar o passado. Temos de pensar para frente, viver cada jogo, cada momento", afirmou o zagueiro, também lembrando a queda precoce de outras seleções fortes na Rússia, como Portugal e Argentina.

 

 

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