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Silvio Berlusconi nega boatos sobre planos de vender o Milan

Jornal italiano afirma que ex-primeiro-ministro tem interesse na venda do clube. Magnata de Cingapura seria o principal interessado

Danilo Masoni, REUTERS

21 de janeiro de 2015 | 14h25

O ex-primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, negou as mais recentes reportagens da mídia afirmando que teria colocado o Milan à venda, e disse que não pretende se desfazer do clube de futebol do qual é proprietário desde os anos 1980.

Um comunicado do escritório do milionário da mídia que se tornou político disse, nesta quarta-feira, que as especulações sobre a venda do time ex-campeão da Europa são "sem fundamentos". De acordo com o jornal La Repubblica, Berlusconi teria expressado desejo de vender o clube que comprou em 1986 e que foi campeão europeu cinco vezes desde então.

O ex-poderoso Milan vive um momento ruim atualmente, tendo terminado em oitavo lugar na temporada 2013/2014 do Campeonato Italiano e ocupando o mesmo oitavo lugar na metade do atual torneio.

A venda do Milan, do qual Berlusconi é proprietário por meio de sua holding familiar Fininvest, era apenas uma questão de tempo e preço, segundo o jornal. Mas o La Repubblica acrescentou que encontrar um comprador disposto a pagar até 800 milhões de euros (US$ 930 milhões) não era uma tarefa fácil.

Berlusconi, de 78 anos, já havia negado em abril que o Milan estava à venda, após reportagens afirmarem que o empresário de Cingapura Peter Lim estaria disposto a pagar 500 milhões de euros por uma participação majoritária.

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