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Sindicato italiano de futebolistas critica decisão 'discriminatória'

Governo autoriza o retorno aos treinos apenas dos atletas de esportes individuais e causa revolta no futebol

Redação, AFP

29 de abril de 2020 | 08h47

O Sindicato Italiano de Jogadores de Futebol (AIC) descreveu nesta terça-feira como "discriminatória" e "ilógica" a decisão do governo de autorizar apenas o retorno aos treinamentos de atletas de esportes individuais em razão da pandemia do novo coronavírus. "A AIC expressa sua perplexidade e surpresa com a decisão do governo sobre as modalidades de retomada do esporte na Itália", escreveu o sindicato presidido pelo ex-jogador de futebol Damiano Tommasi em um comunicado.

Na noite de domingo, o chefe do governo italiano Giuseppe Conte anunciou que atletas de disciplinas individuais poderiam retornar aos treinos a partir de 4 de maio, mas que, para esportes coletivos, o retorno aos treinos não ocorreria até "pelo menos" 18 de maio, segundo o ministro dos Esportes, Vincenzo Spadafora.

"Parece discriminatório, até ilógico, retomar as atividades em centros esportivos para os federados de disciplinas individuais e não permitir que jogadores profissionais de futebol e outros esportes coletivos treinem individualmente", acrescentou a AIC.

O sindicato pediu "intervenção rápida do governo" para corrigir o que chama de "distorção evidente".

Os clubes da Serie A italiana se mostraram a favor da retomada da temporada, suspensa desde 9 de março devido à pandemia de coronavírus.

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