Sites são proibidos de associar Maradona a páginas de sexo

Nome de ex-jogador argentino era utilizado para atrair internautas para sites de conteúdo pornográfico

EFE

17 de setembro de 2008 | 13h53

A Justiça argentina determinou que os sites de busca retirem qualquer vínculo que associem o nome de Diego Maradona a páginas de pornografia e prostituição.A decisão também proibiu Google e Yahoo! de mostrarem fotos do ex-jogador argentino entre os resultados das buscas relacionadas a páginas de sexo. Os sites têm cinco dias para cumprir a ordem judicial, segundo a imprensa local.O advogado de Maradona, Martín Leguizamón, disse que "esta é uma prática comum neste tipo de site". Leguizamón também afirmou que as páginas de busca costumam cometer equívocos em relação a algumas modelos representadas por ele, como Pamela David e Nicole Neumann.Segundo o advogado, suas clientes são associadas "de forma equivocada" a sites de acompanhantes.

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