Cesar Greco / Ag. Palmeiras
Cesar Greco / Ag. Palmeiras

Sob forte esquema de segurança, palmeirenses chegam em silêncio a SP

Poucos torcedores acompanharam a chegada após a segunda derrota seguida

Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

09 Novembro 2017 | 17h23

A diretoria do Palmeiras montou um forte esquema de segurança para receber os jogadores após a derrota para o Vitória, por 3 a 1, no Barradão, na tarde desta sexta-feira, no Aeroporto de Guarulhos. Ao todo, foram 12 seguranças.

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Para a partida pela Libertadores, diante do Peñarol, na fase de grupos, o time levou 15 profissionais. Para o jogo diante do Corinthians, na Arena Corinthians, foram mais de 20 profissionais.

Os jogadores chegaram em silêncio, sem conceder entrevistas. Poucos torcedores acompanharam o desembarque, mas um deles gritou para que Egídio e Róger Guedes “jogassem bola”. O lateral respondeu com um xingamento. Horas depois do desembarque, a diretoria divulgou uma nota no site do clube informando que Egídio foi advertido e multado por "comportamento inadequado". 

Felipe Melo foi um dos poucos que pararam para tirar fotos. Após a chegada, os jogadores se dirigiram para a Academia de Futebo.

O treino desta quinta-feira foi realizado na Bahia pela manhã. Após a derrota para o Vitória por 3 a 1, os reservas do Palmeiras, com a inclusão de Róger Guedes e Guerra (que entraram no decorrer do segundo tempo), realizaram uma atividade técnica em campo reduzido na manhã desta quinta-feira, no CT do Bahia. A movimentação durou cerca de uma hora. Os titulares fizeram recovery no hotel que o clube está hospedado na capital baiana.

 

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