Vitor Silva/Botafogo; Lucas Merçon/Fluminense
Vitor Silva/Botafogo; Lucas Merçon/Fluminense

Sob nova direção, Botafogo tenta sair do sufoco; Fluminense mira o G-4

Confronto entre os rivais cariocas acontece neste domingo, no Engenhão, às 11h (horário de Brasília)

Redação, Estadão Conteúdo

04 de outubro de 2020 | 09h46

Botafogo e Fluminense fazem o clássico matinal deste domingo, às 11 horas, no Engenhão, com obrigações diferentes. Os mandantes, com novo treinador, tentam pôr fim a jejum de nove jogos sem vitórias no Brasileirão, para sair da zona de rebaixamento, enquanto o time tricolor mira emplacar entre os melhores e subir para o G-4.

Bruno Lazaroni, então auxiliar-técnico fixo do Botafogo, foi efetivado na vaga do demitido Paulo Autuori e assume com a dura missão de fazer o time se reencontrar com as vitórias. Mesmo nas oitavas de final da Copa do Brasil, no Brasileirão o time não engrena.

Na quarta-feira, por exemplo, tinha chance e sair do descenso e, com derrota para o Bahia, viu o rival dormir fora da zona de queda. São somente 11 pontos e um único triunfo botafoguense.

Superar o Botafogo se faz necessário para o moral de Lazaroni e para aliviar a tensão que paira no clube. O novo comandante iniciou sua missão com conversa franca com todo o elenco reunido na sexta-feira. Passou voto de confiança aos atletas e mostrou que acredita em volta por cima rápida.

Vale frisar que o time não anda bem nas últimas edições do Clássico Vozão. Foram três derrotas, dois empates e somente um gol anotado. E, para piorar, o Fluminense está embalado com goleada sobre o Coritiba.

Repetir a boa atuação apresentada diante dos paranaenses nos 4 a 0 de segunda-feira e encostar nos primeiros colocados é a missão dos tricolores.

Como entram em campo pela manhã, podem ultrapassar alguns oponentes, como Vasco e São Paulo, e alcançar o sonhado G-4.

O técnico Odair Hellmann tenta acabar com o efeito sanfona do Fluminense no Brasileirão. A equipe sabe que, apenas engatando série de vitórias, poderá sonhar em arrumar um lugar cativo entre os primeiros. E aí mora o perigo.

O time não consegue manter uma regularidade. Ganha uma, perde outra, volta a ganhar, empata, perde... E com esse sobe e desce, já desperdiçou outras chances de colar no pelotão de cima. Explorar o desespero do Botafogo será vital para chegar de vez.

Com a contusão muscular de Wellington Silva, Hellmann vai apostar no peruano Fernando Miguel ao lado de Fred no ataque. A manutenção da estrutura será mantida, apesar das ausência de Marcos Paulo e Luiz Henrique, com covid-19. São 9 jogadores infectados com o vírus e ninguém retorna.

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