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Sob risco de demissão, Cristóvão vê pressão 'normal' e exibe otimismo no Vasco

Treinador está ainda mais ameaçado após eliminação na Copa do Brasil

Estadao Conteudo

17 de março de 2017 | 11h14

Após ver o Vasco ser eliminado da Copa do Brasil com uma derrota por 1 a 0 para o Vitória, na noite da última quinta-feira, no Barradão, em Salvador, o técnico Cristóvão Borges ficou em situação delicada no comando da equipe carioca. Ameaçado pelo risco de demissão, que está sendo avaliada pelo clube, o treinador agora começa a focar o clássico de domingo contra o Botafogo, no Engenhão, pela Taça Rio, ciente de que um novo revés poderá lhe custar o cargo.

Após o duelo desta quinta, porém, o treinador qualificou como "normal" a pressão que vem sofrendo, principalmente por boa parte dos torcedores vascaínos, e preferiu exibir um discurso otimista ao projetar o futuro da equipe cruzmaltina.

"Justificar, ficar dando explicações (para a eliminação), é muito difícil. Você acaba ficando repetitivo. O processo é um só. Estamos montando uma equipe que a gente acredita que será forte, mas que no momento ainda vamos ter de passar por isso. Temos que disputar as competições e dar resultado. Isso não tem acontecido. A equipe tem potencial para muito mais e isso vai acontecer", disse o comandante, em entrevista coletiva, mas já sem saber até quando poderá permanecer no cargo.

O certo é que uma vitória na partida deste domingo, às 18h30, no Engenhão, pela segunda rodada do segundo turno do Campeonato Carioca, se tornou importantíssima para ele e para o próprio Vasco, que foi eliminado nas semifinais da Taça Guanabara e estreou neste estágio do Estadual com um decepcionante empate por 2 a 2 com o Macaé.

"A pressão é normal. Uma equipe como o Vasco não tem essa pressão de hoje e nem dessa temporada. Nós sabemos que o clube precisa ter campanhas e resultados mais sólidos. O nosso trabalho é para isso. O resultado do primeiro jogo leva uma grande parte (de importância) para o jogo final. Nós sabíamos disso quando não conseguimos ganhar. A gente não aproveitou e ficou mais difícil", analisou Cristóvão, se referindo ao fato de que o time vascaíno não passou de um empate por 1 a 1 com o Vitória, em São Januário, no jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil.

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