Sob tensão, São Paulo precisa vencer para ter paz

Crise é uma palavra muito forte, mas o São Paulo que não se arrisque a tropeçar no Monte Azul, neste domingo, às 19h30, na Arena Barueri. O time tricolor vem de duas derrotas consecutivas (para o Palmeiras por 2 a 0 e o Once Caldas por 2 a 1), figura apenas na sexta colocação no Campeonato Paulista e na segunda do Grupo 2 da Copa Libertadores. Ainda é pouco para a equipe que abriu os cofres e contratou 11 jogadores para a temporada.

GIULIANDER CARPES, Agencia Estado

28 de fevereiro de 2010 | 08h17

Se antes da viagem para a Colômbia o presidente Juvenal Juvêncio já havia cobrado melhores atuações, a situação só piorou pouco menos de uma semana depois. "Esperamos uma reação imediata", afirmou o vice-presidente de futebol, Carlos Augusto de Barros e Silva.

O pior é que o São Paulo ainda não terá o técnico Ricardo Gomes - que sofreu uma ruptura de vaso cerebral e ficou dois dias internado - em campo. Tampouco poderá contar com a maioria dos jogadores considerados titulares, que chegaram apenas na manhã deste sábado de Manizales.

Será a oportunidade - e o perigo de se queimar - para os reservas e atletas que se recuperaram de lesão e podem voltar a campo neste domingo. "Não sei quanto tempo vou aguentar. Afinal, o planejamento da comissão técnica era que eu fizesse dois coletivos antes de ser utilizado, mas quero jogar", disse o volante Rodrigo Souto, que não atuava desde dezembro por causa de uma contusão na panturrilha, porém entrou em campo no final do jogo da Colômbia.

Milton Cruz faz sua segunda partida nesta nova passagem interina pelo comando tricolor. Seu discurso é de confiança para que o time possa, enfim, engrenar quase dois meses depois do início da temporada.

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