Phil Noble/Reuters
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Solskjaer defende que Manchester renove com Cavani e não vê uruguaio como reserva

Atacante de 33 anos tem vínculo apenas até o fim da temporada 2020/2021 do futebol europeu

Redação, Estadão Conteúdo

28 de dezembro de 2020 | 14h50

Edinson Cavani só tem contrato com o Manchester United até o fim da temporada 2020/2021 do futebol europeu, mas o técnico do clube, Ole Gunnar Solskjaer, não pensa em ficar sem ele tão cedo. Nesta segunda-feira, o treinador norueguês defendeu a permanência do jogador uruguaio no clube por um longo período.

"É muito meticuloso e profissional com os seus hábitos, tudo nele mostra porque fez a carreira que tem e, na idade que tem, continua a ser um dos jogadores em melhor forma do elenco", afirmou o técnico, na véspera do duelo com o Wolverhampton, no Old Trafford, pelo Campeonato Inglês.

Solskjaer defendeu que embora Cavani esteja com 33 anos, pode atuar em alto nível por mais algumas temporadas. O atacante uruguaio, livre do seu vínculo com o Paris Saint-Germain, assinou com o Manchester até o fim de junho de 2021, com a possibilidade de prorrogação do vínculo por mais um ano.

Nesse início de passagem pelo time inglês, Cavani soma 4 gols marcados em 13 jogos disputados. "No momento, parece que ele ainda tem mais alguns anos, então não direi mais nada", disse Solskjaer. "Ele tem sido uma grande influência e tem causado um grande impacto desde que chegou."

Cavani, porém, só foi titular quatro vezes com a camisa do Manchester. No entanto, Solskjaer rejeitou que o uruguaio tenha status de reserva. "Ele é definitivamente um titular. Não se classifica um jogador desse nível como qualquer outra coisa", acrescentou o treinador norueguês. "Ele provavelmente começará mais jogos do que não."

No Manchester, Cavani carrega o peso de vestir a icônica camisa 7, que já foi ostentada por craques emblemáticos na história do clube, como George Best, Eric Cantona, David Beckham e Cristiano Ronaldo. E Solskjaer assegura que o uruguaio tem condições de carregar essa responsabilidade.

"Essa foi a primeira coisa que ele me perguntou quando falei com ele se poderia usar o numero 7. E pela conversa que tive com ele e quando eu o observei antes, não tive dúvidas de que ele poderia lidar com aquela camisa número 7", disse.

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