Eddie Keogh/Reuters
Eddie Keogh/Reuters

Son, do Tottenham, diz que treinamento militar na Coreia do Sul foi 'uma boa experiência'

Atacante do time inglês detalhou parte das atividades obrigatórias que precisou fazer em sua terra natal

Redação, O Estado de S.Paulo

04 de junho de 2020 | 11h42

Son Heung-min detalhou momentos de seu treinamento militar obrigatório na Coreia do Sul. De acordo com o atacante do Tottenham, foram três longas semanas, de muito proveito e novas amizades. Com 27 anos, ele atingiu o limite da idade permitida para servir o Exército de seu país. "Foi uma boa experiência. Não posso dizer tudo o que fiz lá, mas aproveitei. As pessoas foram boas comigo. As três semanas foram difíceis, mas tentei aproveitar. Não sei sobre as outras pessoas, mas, para mim, foram longas três semanas", disse Son.

O jogador relatou, que, num primeiro momento, seus companheiros de serviço ficaram tímidos com sua presença, mas, com o passar do tempo, foram ganhando intimidade. "No primeiro dia, ninguém conhecia ninguém, então foi um pouco estranho, mas conforme fomos nos conhecendo, passamos mais tempo juntos. Em um quarto tinham dez pessoas, todos muito próximos. Nós trabalhamos juntos, ajudando uns aos outros, foi fantástico", explicou.

Son havia recebido dispensa da prestação de serviços militares obrigatórios regulares, por honraria expressiva ao país. Em 2018, o atacante foi um dos protagonistas da seleção sul-coreana, campeã dos Jogos Asiáticos, o que lhe isentou da obrigatoriedade do período de prestação regular. Na Coreia do Sul, homens precisam servir ao exército por dois anos e o alistamento precisa ser feito até os 27 anos de idade. 

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