Souto tem desafio pessoal: recuperar o bom futebol de 2007

Meio-campista reconhece queda de rendimento e espera voltar a jogar bem para ajudar o Santos

Sanches Filho, Especial para O Estado de S. Paulo

29 de fevereiro de 2008 | 15h40

Único remanescente do meio-de-campo com Kléber Santana, Zé Roberto e Pedrinho, que fez a diferença na conquista do bicampeonato paulista no ano passado, Rodrigo Souto tem um desafio pessoal: voltar a jogar no mesmo nível de 2007. "Ainda não estou no estágio ideal porque minha preparação ficou prejudicada pela contusão que me deixou fora dos dois primeiros jogos", disse o volante. "Outro motivo é que Santos sofreu mudanças e só agora está evoluindo", acrescentou.Com as vitórias contra Guarani e Ituano, Souto acha que agora só falta o Santos ganhar o seu primeiro jogo fora da Vila Belmiro para deslanchar. "Precisamos dos três pontos contra o Sertãozinho para aumentar a confiança da equipe para continuar reagindo nas duas partidas seguintes em casa, contra Noroeste e Mirassol", destacou, lembrando que o time vai ficar mais forte quando Kléber - recupera-se de cirurgia - voltar a jogar e Fabão estrear.FABÃO Leão não gostou do desempenho de Fabão no coletivo de quarta-feira e resolveu desistir da escalação do zagueiro para enfrentar o Sertãozinho. "Ele ainda não voltou às suas características, que é ímpeto, chegada e que de zagueiro que não deixa para depois, sem ser agressivo", justificou o treinador."EL TANQUE"O centroavante Sebastián Pinto, que participou do seu primeiro coletivo na quarta-feira, pode ser devolvido ao Universidad do Chile antes de estrear. É que o Santos não admite pagar os US$ 250 mil (R$ 420 mil, aproximadamente) exigidos pelos chilenos para assinar o termo de liberação. O clube chileno alega que é o formador de El Tanque, que não jogava há seis meses e chegou ao CT Rei Pelé com cinco quilos acima do peso. O Santos vai brigar pela liberação na Fifa, segundo o gerente jurídico Mário Melo. E se a resposta for negativa, Sebastián Pinto deixará de interessar.

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