Érico Leonan/Divulgação
Érico Leonan/Divulgação

São Paulo pode voltar a ter ataque estrangeiro depois de 25 anos

Amigos fora de campo, Wilder e Centurión são opções para clássico

Ciro Campos, O Estado de S. Paulo

06 de agosto de 2015 | 18h55

Ricardo Centurión, Wilder Guisao e Juan Carlos Osorio. A dupla de ataque formada por estrangeiros e comandada também por um técnico de outro país é uma combinação que o São Paulo não usa há 25 anos e que pode virar a aposta da equipe para o clássico do próximo domingo contra o Corinthians, no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro.

Com Alexandre Pato fora por questões contratuais e Luis Fabiano suspenso, o ataque é uma incógnita. O argentino Centurión está confirmado e aguarda a definição de como será armado o setor. O colombiano Wilder Guisao pode estrear e fortalecer com o companheiro uma afinidade já iniciada fora de campo.

"Conversamos bastante, até porque ele também falha castelhano. Temos convivido bem", explicou Centurión, que agora começou a pronunciar algumas palavras em português e apreciar um pagode. Já Wilder, recém-chegado ao clube, vê no argentino o companheiro ideal para o ajudar na adaptação, além de Osorio, que o indicou ao São Paulo.

Na última vez em que a dupla de ataque do time tinha estrangeiros e no comando estava um técnico de outra nacionalidade foi há exatos 25 anos. No banco de reservas, o uruguaio Pablo Forlán comandou o São Paulo com os compatriotas Diego Aguirre e Juan Ramon Carrasco no ataque durante a Copa do Brasil de 1990, em confrontos com o Grêmio pelas oitavas de final. 

Forlán deixaria o cargo dois meses depois, para a vinda de Telê Santana. Já a dupla de ataque, também não teve sucesso como jogadores do São Paulo e atualmente, ambos são técnicos. Aguirre deixou o comando do Inter nesta quinta-feira e Carrasco trabalha no River Plate, do Uruguai.

 

 

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