Andy Rain/EFE
Andy Rain/EFE

Stephen Hawking faz cálculos para ajudar Inglaterra na Copa do Mundo

Cientista analisou todos os resultados da Inglaterra desde 1966 para descobrir uma fórmula de sucesso

Agência Estado

28 de maio de 2014 | 18h21

SÃO PAULO - Às vésperas da Copa do Mundo, a seleção da Inglaterra ganhou uma ajuda extra nesta quarta-feira. Sonhando com um retorno à final de um Mundial, o ingleses terão o reforço inesperado do físico Stephen Hawking, famoso pelas teorias no campo da cosmologia e por usar um sintetizador para se comunicar.

Hawking utilizará suas habilidades matemáticas para tentar ajudar a seleção inglesa na Copa. Contratado por uma empresa de apostas, ele analisou todos os resultados da Inglaterra desde o título na Copa de 1966 para descobrir uma fórmula de sucesso para a equipe.

A conclusão do cientista, que ocupa a cadeira que um dia já foi de Isaac Newton na Universidade de Cambridge, é curiosa. Segundo as análises de Hawking, a Inglaterra terá maior chance de ser bem-sucedida no Brasil se evitar altas temperaturas, adotar o esquema tático 4-3-3 e utilizar seu uniforme vermelho.

Foram nestas condições, segundo o físico, que os ingleses alcançaram seus melhores resultados nas últimas décadas. "Psicólogos na Alemanha descobriram que a cor vermelha faz os jogadores se sentirem mais confiantes, agressivos e dominantes em campo. Da mesma forma, o 4-3-3 é mais positivo porque faz o time se beneficiar pelas mesmas razões psicológicas", justificou Hawking.

Pelas suas conclusões, um aumento de 5 graus na temperatura reduz as chances de vitória da Inglaterra em 59%. A altitude também pode ser decisiva. Os ingleses têm duas vezes mais chances de vencer quando joga em locais acima de 500 metros. "E nossas chances aumentam em um terço quando jogamos a partir das 3 horas da tarde", argumentou.

Apesar dos números detalhados, Hawking afirmou que não apostaria no título da Inglaterra. "Você seria um tolo se apostasse que a Inglaterra vencerá o Brasil. Os anfitriões venceram 30% de todas as edições da Copa do Mundo", pontuou o cientista.

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