Henry Romero/Reuters
Henry Romero/Reuters

Subasic explica permanência em jogo contra Rússia e diz que jogará semifinal

Goleiro sentiu dores no músculo posterior da coxa direita contra a Rússia, nas quartas de final

Estadão Conteúdo

10 Julho 2018 | 09h22

O goleiro Danijel Subasic exaltou o trabalho de fisioterapia da Croácia durante a partida de quartas de final de Copa do Mundo, contra a Rússia, disputada no último sábado, em Sochi. O jogador sentiu dores no músculo posterior da coxa direita durante o duelo, mas ficou em campo e defendeu uma cobrança na vitória croata por 4 a 3 em disputa de pênaltis, após empate por 2 a 2.

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"Eu comecei a aquecer antes da partida e senti uma dor muscular. Meu fisioterapeuta massageou minha perna e viu que eu poderia jogar. Mais tarde, senti aquela dor de novo, mas não queria desistir. Sabia que meu treinador precisaria fazer uma outra substituição. No intervalo antes da prorrogação, a massagem fez efeito, tipo um carro de Fórmula 1 durante um 'pit stop'. Fiquei novo em folha", relatou Subasic em entrevista ao site da Fifa publicada nesta terça-feira.

Em vez do goleiro, o lateral-direito Sime Vrsaljko foi substituído durante a prorrogação, graças à alteração extra permitida no Mundial. Subasic garantiu presença no confronto contra a Inglaterra, às 15 horas (de Brasília) desta quarta-feira, no Estádio Luzhniki, em Moscou.

 

"Tem sido uma temporada longa, mas só se joga uma semifinal de Copa do Mundo uma vez na vida, por isso não há razão para desistir", disse o croata. "A Inglaterra tem um grande time e jogadores fantásticos. Há muitos jovens entre eles, são muito bons, rápidos e jogam em grandes clubes. Vai ser outra partida muito difícil para nós, um grande desafio", avaliou Subasic, despreocupado com o maior favoritismo inglês para a partida.

"Nós não nos ligamos contra quem jogamos ou quem são os favoritos. O importante é dar nosso melhor em campo e ver o que acontece", afirmou o goleiro, que somou quatro pênaltis defendidos na atual Copa do Mundo, nas disputas contra Dinamarca e Rússia. O croata se tornou recordista em Mundiais ao lado do alemão Harald Schumacher e do argentino Sergio Goycochea.

 

 

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