Shawn Thew/EFE
Shawn Thew/EFE

Sul-coreanos pedem time ofensivo contra Alemanha e ainda sonham com classificação

Para se classificar, asiáticos precisam vencer e torcer para que o México também vença a Suécia

Estadão Conteúdo

25 Junho 2018 | 11h18

Os jogadores da Coreia do Sul ainda não desistiram da Copa do Mundo da Rússia. Apesar de as chances de classificação para a próxima fase serem mínimas, os atletas mantém a esperança de eliminar a atual campeã Alemanha e seguir viva no torneio.

"Temos esperanças e vamos dar o máximo para vencer um dos melhores times de futebol", afirmou o meio-campista Lee Jae-sung em entrevista à Fifa. "Pessoalmente, acho que a gente precisa entrar com uma formação mais ofensiva, pois precisamos ganhar por uma diferença de dois ou mais gols. Mas acredito que o técnico encontrará a solução que nos guiará na melhor direção", complementou.

 

 

A Coreia do Sul perdeu para a Suécia por 1 a 0 na estreia da Copa e depois sofreu uma derrota por 2 a 1 para o México. Agora, na próxima quarta-feira, às 11h (de Brasília), em Kazan, os sul-coreanos encaram a Alemanha. Para se classificar, precisam vencer e torcer para que o México também vença a Suécia.

Se isso acontecer, Coreia do Sul, Alemanha e Suécia ficarão empatados com três pontos e a vaga será definida no saldo de gols. Atualmente, os sul-coreanos têm -2 enquanto as seleções europeias estão com zero (com dois gols marcados e dois sofridos, cada).

O goleiro Jo Hyeon-woo também confia na classificação e pediu que a equipe tenha mais atenção com as faltas dentro da área. "Demos um pênalti para os adversários em cada um dos nossos jogos", disse. "Precisamos desesperadamente da vitória, por isso temos que estar unidos e mostrar o que podemos fazer por nossos torcedores", disse.

Jo Hyeon ainda se mostrou orgulhoso em poder jogar contra um dos jogadores que mais admira no futebol. "Obviamente, não sou tão bom quando o Manuel Neuer em termos de habilidade, mas estou honrado em ter a possibilidade de enfrentá-lo", finalizou.

 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.