Reprodução/ Site CBF
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Súmula de Fla-Flu polêmico relata que 'nada houve de anormal'

Clássico ficou 13 minutos paralisado por confusão após gol tricolor

O Estado de S.Paulo

14 Outubro 2016 | 09h23

Sem dar detalhes sobre a confusão ocorrida na noite desta quinta-feira, no clássico entre Fluminense e Flamengo, o árbitro Sandro Meira Ricci afirmou na súmula da partida que "nada houve de anormal" no polêmico clássico, válido pela 30ª rodada do Brasileirão.

A partida foi marcada por um momento de forte confusão da arbitragem, liderada por Meira Ricci. Os assistentes Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse completaram o trio. Todos pertencem ao quadro da Fifa e representaram o Brasil na Copa do Mundo de 2014.

Após a confusão, o presidente do Fluminense Peter Siemsen revelou que pedirá a anulação da partida: "Eu sou o maior defensor do uso do vídeo no futebol brasileiro. Porém, no momento, ele é irregular. A regra é igual para todos e, neste jogo, não foi", disse em entrevista à Rádio Tupi

Toda confusão começou aos 39 minutos do segundo tempo. O árbitro marcou impedimento no gol do zagueiro Henrique no primeiro momento. Depois, recuou e validou o gol. E, por fim, anulou novamente. A discussão do lance causou longos 13 minutos de paralisação até a decisão final.

Na súmula, Meira Ricci foi econômico ao descrever a confusão. "O jogo foi paralisado por 10 (dez) min, aos 40' min do 2º tempo, pelos atletas de ambas as equipes terem protestado contra a decisão da arbitragem em um lance de impedimento", afirmou.

Em seguida, justificou o acréscimo de tempo ao fim do segundo tempo. "Acrécimo de 7 minutos no segundo tempo, sendo 5 minutos pela paralisação a partir do 40º minuto do segundo tempo, conforme relatado no campo 'ocorrência/observação', mais 2 minutos em razão de substituições e retirada de atletas em maca", registrou. Em outro trecho da súmula, dedicado a "observações eventuais", o árbitro surpreendeu ao afirmar que "nada houve de anormal".

Após a confusão, o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, revelou que pedirá a anulação da partida. "Eu sou o maior defensor do uso do vídeo no futebol brasileiro. Porém, no momento, ele é irregular. A regra é igual para todos e, neste jogo, não foi", disse o dirigente, em entrevista à Rádio Tupi.

O duelo que aconteceu no estádio Raulino de Oliveira ainda ficou marcado por uma briga durante o intervalo, em ação de marketing feita pelos clubes. Nela, torcedores de ambos os times participaram de uma disputa de pênaltis, que terminou em agressão após provocação do torcedor rubro-negro.

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