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Natacha Pisarenko / AP Photo
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'Superei a desconfiança que tiveram no meu futebol', diz Paulinho na seleção

Volante marcou três gols na vitória sobre o Uruguai

Ciro Campos, enviado especial a Montevidéu, O Estado de S.Paulo

24 de março de 2017 | 15h06

O volante Paulinho ressaltou nesta quinta-feira o quanto conseguiu a redenção na seleção brasileira. O jogador havia ficado fora das convocações do técnico Dunga depois da Copa do Mundo de 2014 para depois retornar ao time nacional pelas mãos de Tite, virar titular e ter, na última quinta-feira, no Uruguai, uma atuação que lhe fez relembrar as dificuldades enfrentadas no passado.

No estádio Centenário, em Montevidéu, Paulinho marcou três gols na vitória por 4 a 1 pelas Eliminatórias. Com mais o gol marcado sobre a Argentina, em novembro, ele é o vice-artilheiro do Brasil na competição, com quatro bolas na rede, atrás apenas de Neymar, que tem cinco. "Sei como é o futebol. Tive a desconfiança no começo por algumas pessoas. Superei tudo isso. Tenho que provar dentro de campo, com meus companheiros da seleção brasileira e mostrar o meu trabalho", disse o volante após o jogo diante dos uruguaios.

Paulinho lembrou ter sido questionado meses atrás sobre se teria nível para defender a seleção brasileira por atuar no futebol chinês, no Guangzhou Evergrande, para onde se transferiu em 2015. O volante tem cumprido um cronograma de treinos extras na parte física e técnica para se manter competitivo e costuma se apresentar antes ao técnico Tite, para iniciar a preparação mais cedo do que os demais companheiros.

O jogador foi titular da seleção brasileira na última Copa do Mundo e na Copa das Confederações de 2013, quando também marcou um gol sobre o Uruguai, na vitória por 2 a 1 pela semifinal, no Mineirão. Paulinho tem 28 anos e foi convocado pela primeira vez para a seleção brasileira em 2011, por Mano Menezes, quando vivia grande momento com a camisa do Corinthians, então comandado justamente por Tite.

Na última quinta-feira, ele comandou a virada sobre o Uruguai, ao marcar três vezes. "Mantivemos sempre a tranquilidade e, como o Tite sempre frisou, a concentração. Saímos atrás, mas tivemos, ao meu ver, muito mais volume de jogo e posse de bola. Isso foi importante para, depois de levar o gol, ter calma para conseguir o resultado", afirmou.

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