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Supervisor isenta CBF no ?caso Emerson?

Isentar de culpa a Confederação Brasileira Futebol (CBF) foi o motivo apresentado nesta segunda-feira pelo supervisor da seleção brasileira, Américo Faria, que explicou o porquê do volante Emerson ter sido cortado por motivo de contusão do amistoso contra a Irlanda, em Dublin, no dia 18, e ter atuado pela Roma na vitória, por 4 a 0, sobre a Juventus, no domingo.Ele ressaltou que o atleta está fazendo um tratamento e sua saída da Itália interromperia sua recuperação. "O Emerson não está impedido de jogar. O comunicado enviado pela Roma disse que ele precisaria fazer um tratamento durante oito semanas no ombro, enquanto atuava normalmente no Campeonato Italiano", explicou Faria. "Não houve má fé da Roma. Nós é que resolvemos não correr o risco de ficarmos com o ônus, caso ele não se recupere."A prudência da CBF se deveu ao fato de que para o médico da seleção brasileira, José Luiz Runco, Emerson deveria ter sido submetido a uma cirurgia no ombro, por causa da reincidência, já que a contusão ocorreu no mesmo local da lesão responsável por seu corte da equipe na Copa do Mundo da Coréia do Sul e Japão, em 2002. "Já na época da Copa do Mundo, o Runco disse que se voltasse a acontecer, a indicação seria cirúrgica. E, de fato, voltou e o procedimento adotado pelos médicos da Roma foi diferente", frisou o supervisor da seleção. "Como para atuar contra a Irlanda o jogador teria que se ausentar por quatro ou cinco dias, decidimos desconvocá-lo para não interferir no tratamento."O técnico da seleção, Carlos Alberto Parreira, e o coordenador-técnico Zagallo desembarcaram nesta segunda-feira em Londres, após assistirem ao clássico italiano no domingo. Nesta terça-feira, ambos estarão presentes ao confronto entre Arsenal e Southampton e, na quarta-feira, ao jogo entre Manchester United e Middlesbrough.

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