Suspenso, Luiz Gustavo diz que confronto valia tudo

O volante brasileiro tomou o segundo cartão amarelo e não jogará as quartas de final em Fortaleza na próxima sexta-feira

Agência Estado

28 de junho de 2014 | 16h54

Advertido com o cartão amarelo, que o tira da próxima partida da seleção, pelo árbitro inglês Howard Webb, na vitória nos pênaltis por 3 a 2 contra o Chile que garantiu o Brasil nas quartas de final da Copa do Mundo, Luiz Gustavo confirmou, após sair do gramado, que não podia se poupar na partida deste sábado porque o jogo ''valia tudo''. E afirmou que quem entrar no seu lugar vai ajudar o Brasil da mesma maneira. "A gente tem que viver o dia de hoje, podia ser o nosso último jogo. Valia tudo. Infelizmente, tomei o cartão (amarelo), cometi a falta, vou ficar de fora. Mas pude ajudar os meus companheiros a dar mais um passo na competição, conseguimos o nosso objetivo. E quem entrar agora vai dar conta do recado", declarou o camisa 17 da seleção brasileira.

Luiz Gustavo falou também sobre o último lance da prorrogação, quando o atacante Pinilla chutou firme no travessão de Julio Cesar. "O sonho de milhões de brasileiros poderia terminar ali, mas graças a Deus deu tudo certo. Agora é continuar tranquilo, com os pés no chão, porque a tendência é ser cada vez mais difícil", analisou o jogador, que aproveitou para elogiar a seleção chilena. "Acho que o Chile tem uma equipe muito boa. Sabe jogar, tem grandes jogadores. Temos que valorizar nosso trabalho, porque enfrentamos uma equipe muito qualificada."

Ainda no Mineirão, Luiz Gustavo exprimiu seus sentimentos e emoção sobre a importante vitória da seleção, que põe o Brasil nas quartas do Mundial para encarar o vencedor de Colômbia x Uruguai.

"É um momento único. Não penso só em mim, penso na minha família, na família dos meus companheiros, nos milhões de brasileiros em suas casas. Conseguimos dar um pouco mais de alegria para todos no Brasil", lembrou o jogador que atua no futebol alemão. "Foi um dia em que eu voltei a ser criança. Lembrei que não era só o Luiz Gustavo ou 23 jogadores da seleção brasileira, mas era um País todo que, nesse momento, poderia estar chorando de tristeza, mas estava chorando de alegria."

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