Pilar Olivares/Reuters
Pilar Olivares/Reuters

Tabárez vê jogo difícil com Chile e descarta favoritismo do Uruguai

Seleções se enfrentam nesta segunda-feira, no Maracanã, para decidir o primeiro lugar do Grupo C

Marcio Dolzan /RIO, O Estado de S.Paulo

23 de junho de 2019 | 20h30

Apontada como uma das favoritas ao título da Copa América, a seleção uruguaia encara o Chile nesta segunda-feira, no Maracanã, em busca da liderança do Grupo C. Para tanto, o time do técnico Óscar Tabárez precisará vencer o bicampeão Chile, que ganhou as duas partidas até o momento. Para o treinador, será um confronto difícil.

"O Chile tem muita experiência acumulada, ganhou as duas Copas anteriores. O Reinaldo Rueda é um grande técnico, se baseia muito no ataque. Vai ser difícil", previu Tabárez, que não poderá contar com Vecino e Laxalt, ambos com lesões musculares.

O treinador se negou avaliar as implicações do resultado do jogo desta segunda-feira, o que incluiria os possíveis adversários na próxima fase. Para Tabárez, a meta do Uruguai é vencer e terminar em primeiro no grupo.

"Seria importante, porque temos um conceito para todos os jogos. Não vamos especular, não entendemos a especulação. Já fui criticado por isso, talvez não seja um bom estrategista, mas pra nós cada jogo é importante. Ter um bom resultado talvez nos fortaleça para o que acontecerá depois. Tudo o que fazemos está baseado na ideia de vencer o próximo jogo", ponderou.

O experiente treinador também disse que não quer o rótulo de favorito para o Uruguai na competição. "Resultado é importante, mas existem outras coisas além de resultado. Dentro de um jogo existem jogadas de sucesso e erros que podem se tornar gol contra. Às vezes não tem nada a ver com treinos, com chutes a gol", disse. "Surpresas sempre estão por aí, por isso eu sempre tento fazer com que meus times não pensem em favoritismo."

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