Tabata quer assumir papel de 'maestro' contra o Juventus

'Tenho me cobrado para fazer com que a bola chegue com mais qualidade para o Kléber Pereira', diz o meia

Sanches Filho , Especial para O Estado de S. Paulo

23 de janeiro de 2008 | 19h09

Rodrigo Tabata sentiu uma contusão no joelho e agüentou ficar em campo apenas no primeiro tempo e diante do Palmeiras, mas cansou na etapa final em razão do campo estar encharcado, mas nesta quinta-feira, contra o Juventus, diz que não terá desculpa para não jogar melhor.  "No coletivo eu estava mais solto e vou conseguir voltar a me movimentar normalmente. Acredito que todo o time vai melhorar na parte técnica", disse o meia, que acrescentou: "Tenho me cobrado por não conseguir fazer com que a bola chegue com mais qualidade para o Kléber Pereira fazer o gol, e acredito que contra o Juventus vai ser diferente."  Apesar da preferência de Vanderlei Luxemburgo por Pedrinho e Petkovic, Rodrigo Tabata foi o jogador que mais atuou no Campeonato Brasileiro do ano passado. Foram 38 jogos, só ficando fora de um, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, e sete gols, mesmo entrando quase sempre no segundo tempo. "Considero que 2007 foi um ano positivo, tanto que terminei a temporada como titular, mas espero que 2008 seja melhor ainda."  Tabata acha que o time sentiu a saída de alguns jogadores, mas que logo vai ser acertar. "Está sendo feito um trabalho de renovação com garotos de grande qualidade e a diretoria vem trabalhando para contratar os reforços necessários. Por isso acredito que o time voltará a ser forte dentro de pouco tempo", concluiu o meia.  Novela Kléber Kléber foi liberado pelos médicos para andar em volta dos campos, na manhã desta quarta-feira, e se participar dos treinos com bola desta quinta e sábado, será escalado para enfrentar o Bragantino, domingo à noite, na Vila Belmiro. O lateral-esquerdo aguarda a confirmação de uma proposta do Valencia, da Espanha, para retornar ao futebol europeu. O prazo para transferências internacionais terminará no dia 31 deste mês. O pai e empresário de Kléber, Jordão Corrêa Filho, julgou "uma aberração" a idéia de uma troca do seu filho por jogadores do São Paulo. "Kléber não é moeda de troca e se não voltar para a Europa, o seu interesse é continuar no Santos", disse, indignado, Jordão.

Tudo o que sabemos sobre:
Santos FCPaulistão A-1

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.