Gestores estão preocupados com obras de mobilidade
Gestores estão preocupados com obras de mobilidade

TCU ameaça com punição para atraso em obras da Copa do Mundo

Comitiva visita Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, que está com 29% das estruturas finalizadas

Lauriberto Braga, Agência Estado

23 de janeiro de 2014 | 14h29

FORTALEZA - Os gestores federais responsáveis pelas obras de infraestrutura para a Copa do Mundo no Brasil poderão ser multados e punidos pela atraso na entrega dos equipamentos previstos na Matriz de Responsabilidade. A ameaça foi feita nesta quinta-feira pelo relator-geral das obras da Copa no Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Valmir Campelo, após terminar uma inspeção no terminal de passageiros do porto do Mucuripe, em Fortaleza - o local atingiu o estágio de 90% de conclusão e a promessa é de entrega em março.

"Estes gestores poderão ser multados e punidos, inclusive com inelegibilidade, por estes atrasos nos aeroportos e portos. Mas não sem antes darmos o amplo direto da defesa", informou Valmir Campelo.

Nesta sexta-feira, Valmir Campelo e comitiva de técnicos do TCU visitam as obras do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza. A ampliação na capital cearense é a que está mais atrasada entre os aeroportos que serão utilizados na Copa, com somente 29% das estruturas finalizadas.

A Empresa de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) estuda a possibilidade de construir uma estrutura provisória no aeroporto para atender os turistas, que irão a Fortaleza para assistir a seis jogos da Copa do Mundo, devido ao anuncio da consórcio responsável pela obra no Pinto Martins de que não entregará o terminal de passageiros ampliado até junho deste ano, quando começa o Mundial.

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