Anne-Christine/AFP
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Técnico admite 'retranca' da Suécia: 'Todos os nossos jogadores são defensores'

Partida de terça-feira, contra a Suíça, promete ser muito truncada

O Estado de S.Paulo

01 Julho 2018 | 11h11

A Suécia ajudou a eliminar a Alemanha e terminou a primeira fase da Copa do Mundo na frente do México no Grupo F. Nem por isso, vai sair de suas características defensivas no estágio de mata-mata do torneio. Foi isso que confirmou o técnico Janne Andersson, às vésperas do confronto de terça-feira diante da Suíça, em São Petersburgo, pelas oitavas de final.

"O ponto de partida da nossa equipe é que todos os jogadores em campo são defensores. É o que o Marcus Berg e o Ola Toivonen (atacantes) mais personificam com o trabalho que fazem. Assim, nós relacionamos um com o outro, não com onde os oponentes estão. Não corremos atrás de nossos adversários", avaliou.

A promessa para terça, então, é de um jogo truncado, afinal, a principal característica da Suíça também é de uma forte defesa. Andersson disse ter consciência disso e admitiu a possibilidade de um 0 a 0 se estender até os pênaltis. Se isso acontecer, o treinador garantiu já ter em mente que serão os batedores suecos.

 

 

"Quando se trata dos pênaltis, é uma nova situação para nós. Durante os últimos anos, treinamos um pouco. Desde então, tem sido divertido ver quem cobra os pênaltis. Sem os jogadores saberem, eu já os ordenei um pouco na minha cabeça, mas nós não treinamos isso nas últimas atividades", explicou.

 

 

 

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