Técnico bósnio cogita mudanças e quer despedida 'digna'

Já eliminada da Copa do Mundo após apenas dois jogos, a Bósnia-Herzegovina deve ser escalada com um time diferente para a última rodada do Grupo F, nesta quarta-feira, contra o Irã, na Arena Fonte Nova, em Salvador. Estudando fazer alterações na equipe, que inclusive podem envolver o atacante Edin Dzeko, considerado o principal jogador do país, o técnico Safet Susic lamentou os resultados de seu time até aqui e espera encerrar o Mundial deixando uma boa imagem de sua seleção.

AE, Agência Estado

23 de junho de 2014 | 14h32

"Temos a obrigação de terminar dignamente, de deixar uma boa impressão. É uma pena que essa geração de jogadores deixe a Copa tão cedo", disse o técnico bósnio nesta segunda-feira. Depois de se tornar um país independente em 1993, a Bósnia pela primeira vez se classificou para um Mundial, mas as derrotas para Argentina e Nigéria encerraram as esperanças de classificação bósnias.

Susic deu a entender que faltou sorte à sua equipe no torneio. "Os jogadores correram, lutaram e criaram oportunidades, mas os resultados não têm estado ao nosso lado", avaliou o treinador.

A despedida da Bósnia será diante de um Irã que ainda briga por classificação às oitavas de final. A equipe persa precisa bater os bósnios e torcer para que a Nigéria perca para a Argentina no outro jogo da chave.

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