Técnico da Argentina diz respeitar, mas não teme Brasil

O técnico da seleção argentina, Sergio Batista, que faz sua estreia oficial como treinador da equipe diante do Brasil, nesta quarta-feira, em Doha, afirmou que não tem medo de começar o trabalho justamente em um clássico, depois de ter comandado a equipe interinamente em três partidas, com duas vitórias (1 a 0 na Irlanda e 4 a 1 na Espanha) e uma derrota (1 a 0 para o Japão).

AE, Agência Estado

16 de novembro de 2010 | 20h47

"Se tivesse medo do Brasil, não sairia de casa. Tenho respeito, mas não medo. O Brasil tem história, é um rival clássico nosso, mas tenho certeza que este respeito é recíproco", disse Batista. E não teme que um resultado negativo possa atrapalhar o trabalho. "O objetivo é a Copa de 2014 no Brasil."

A Argentina não vence o Brasil há cinco anos e, nas últimas cinco partidas, foram quatro derrotas e um empate. A mesma marca de Messi diante dos brasileiros - ou seja, o craque nunca venceu o tradicional rival. "O que passou, passou. Como todo argentino, não gosto de perder do Brasil, que é um rival direto sempre. Mas agora temos de olhar para o futuro", comentou Batista.

O time, porém, tem uma série de desfalques, como os atacantes Milito, Aguero e Tevez, todos com lesão muscular, e ainda o zagueiro Samuel, com ruptura de ligamentos do joelho direito.

Mesmo com as baixas, o treinador já confirmou nesta terça a escalação do time que enfrentará o Brasil. Ela será a seguinte: Romero; Zanetti, Pareja, Burdisso e Heinze; Banega, Mascherano, Pastore e Messi; Higuaín e Di María.

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