Francois Lenoir/Reuters
Francois Lenoir/Reuters

Técnico da Bélgica promete seleção ofensiva na Copa do Mundo

Belgas fizeram boa campanha nas Eliminatórias, com nove vitórias e dois empates em 11 partidas

AE, Agência Estado

29 de janeiro de 2014 | 18h37

ZURIQUE - A seleção belga chega animada para a Copa do Mundo deste ano. Depois de duas edições de ausência, em 2006 e 2010, a equipe tem uma geração reconhecidamente talentosa, que encantou nas Eliminatórias Europeias, para disputar o Mundial no Brasil. No banco, um ídolo local: o ex-atacante Marc Wilmots, que promete um time ofensivo para o torneio.

"Minha filosofia é de defender pelo ataque. A ideia é negar ao oponente espaço e chances de gol, o que exige muito treino e força mental. Em termos de ataque, acho que precisamos criar um mínimo de cinco ou seis chances por jogo. Prefiro perder por 2 a 0, mas criar chances do que não tentar nada. Gosto que as pessoas se esforcem. A Bélgica tem os jogadores para fazer isso e entreter, o que é muito importante para mim", disse, em entrevista ao site da Fifa.

A Bélgica fez grande campanha nas Eliminatórias, com nove vitórias e dois empates em 11 partidas. Com nomes como Hazard, Lukaku, Witsel, Mirallas, entre outros, a seleção tem uma das gerações mais promissoras de sua história. Mesmo assim, Wilmots mantém os pés no chão e garante que chega ao Brasil pensando inicialmente nas oitavas de final.

"Sei por experiência própria o quão difícil é passar da fase de grupos. E uma vez que você consegue, a única coisa que deve estar em sua cabeça é ir até o fim. Mas todo jogo é uma final e tudo pode se resumir a um pênalti, uma decisão do juiz ou qualquer coisa desse tipo", comentou. "Ficaria desapontado se não ficássemos entre os 16 melhores. Esse é o primeiro objetivo. Depois disso, veremos."

Com o grande retrospecto recente, a Bélgica entrou no sorteio da Copa do Mundo como cabeça de chave, e deu sorte, caindo em um grupo teoricamente fácil. A seleção está na chave H, ao lado de Argélia, adversária da estreia, dia 17 de junho, no Mineirão, Rússia e Coreia do Sul.

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