Yuri Kadobnov/AFP
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Técnico do Chile promete força máxima e destaca equilíbrio entre seleções

Seleção de Juan Antonio Pizzi precisa apenas de um empate, mas quer mais do que isso contra a Austrália

Estadão Conteúdo

24 de junho de 2017 | 12h58

O Chile encara a Austrália neste domingo, às 12h (horário de Brasília), em busca da vaga para a semifinal da Copa das Confederações. Na ponta do Grupo B com quatro pontos, um empate garante a seleção sul-americana na próxima fase.

Apesar de estar perto de confirmar a classificação, o técnico Juan Antonio Pizzi afirmou que mandará força máxima a campo e não cogita poupar nenhum jogador. Ainda contará com a presença do capitão Claudio Bravo. O goleiro do Manchester City ficou de fora das duas primeiras partidas por lesão.

"Evidentemente vamos colocar em campo a melhor equipe possível, já que a classificação ainda não foi sacramentada", disse. "Nosso estilo continuará o mesmo. Vamos nos esforçar para imprimir nosso jogo com uma intensidade muito alta", emendou.

O Chile venceu Camarões na estreia por 2 a 0 e, na rodada passada, empatou por 1 a 1 com a Alemanha, que também tem quatro pontos na competição. Os atuais campeões do mundo enfrentam Camarões, neste domingo, às 12h.

Pizzi sabe que o próximo adversário é uma equipe forte na marcação e não terá vida fácil. "Há muita paridade entre as seleções. As diferenças que podemos observar nas partidas são mínimas e o reflexo disso são os resultados", comentou.

Após oito jogos disputados, nenhuma seleção conseguiu superar a outra por um placar superior a dois gols de diferença. E apenas duas partidas tiveram vitória por mais de um gol. A vitória do Chile sobre Camarões por 2 a 0 e o triunfo da Rússia sobre a Nova Zelândia pelo mesmo placar.

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