Técnico do Irã diz que Messi e juiz fizeram a diferença

Carlos Queiroz elogiou o gol de Messi no final do jogo, e criticou a atuação do árbitro sérvio ao não assinalar um pênalti

Vítor Marques, Gonçalo Junior - enviados especiais a Belo Horizonte, O Estado de S. Paulo

21 de junho de 2014 | 18h26

O técnico do Irã, o português Carlos Queiroz, reclamou da arbitragem do sérvio Milorad Mazic. Segundo o treinador, houve pênalti em um lance no início do segundo tempo em Dejagah, que dividiu a bola com o argentino Zabaleta dentro da área. O jogo, no Mineirão, estava 0 a 0.

"Espero que não seja punido por falar que foi claramente um pênalti. Não tem como não ver aquilo", afirmou. "Duas personalidades fizeram a diferença no jogo. Uma delas foi o Messi, um jogador fantástico. A outra foi o árbitro, que não tomou a decisão correta em um pênalti claríssimo a nosso favor".

O Irã segurava o jogo em 0 a 0 até os 45 minutos do segundo tempo, quando Messi acertou um lindo chute de fora da área e decidiu a partida. A Argentina não jogou bem e o Irã, que começou jogando recuado, teve ao menos duas chances de gol no segundo tempo.

"Minha intenção era ganhar o jogo. Ficamos aguardando na etapa inicial, fizemos uma boa marcação, mas, no segundo tempo tivemos oportunidades para marcar. Se o árbitro tivesse dado o pênalti, o jogo seria outro", disse Queiroz.

O técnico realmente estava furioso com o árbitro. Em quase todas as respostas que deu na entrevista coletiva após a partida, Carlos Queiroz fazia questão de citar a atuação de Milorad Mazic. "Fizemos uma grande partida, competimos em igualdade, honramos a nossa camisa, assim como a Argentina também o fez, mas o árbitro não estava no mesmo nível".

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