Cesar Greco/ Ag. Palmeiras
Cesar Greco/ Ag. Palmeiras

Técnico do Palmeiras prevê time colombiano como rival na estreia na Libertadores

Eduardo Baptista acredita que vai enfrentar o Junior Barranquilla

Estadao Conteudo

31 de janeiro de 2017 | 10h14

A pouco mais de um mês para a estreia na Copa Libertadores, o Palmeiras está atento aos possíveis adversários da fase de grupos e já tem um possível foco. O técnico Eduardo Baptista disse nesta segunda-feira à noite, em entrevista ao canal SporTV, que possivelmente o Junior Barranquilla, da Colômbia, é quem deve avançar da fase prévia para ser o rival da estreia, no dia 8 de março.

A equipe colombiana está na segunda fase preliminar da competição continental e enfrenta nesta terça, pelo jogo de ida do mata-mata, o Carabobo, da Venezuela. Quem passar tem como rival no estágio seguinte o vencedor do encontro entre Atlético Tucumán, da Argentina, e El Nacional, do Equador. "Meu pai (o também técnico Nelsinho Baptista) morou em Barranquilla. O time é bem com a cara do futebol colombiano, que joga, que ataca e que agride", explicou o treinador.

O Junior Barranquilla fez boa campanha na Copa Sul-Americana do ano passado, ao chegar até as quartas de final, quando foi eliminado pela Chapecoense. O grupo do Palmeiras na Libertadores é o 5, e tem ainda o Peñarol, do Uruguai, e o Jorge Wilstermann, da Bolívia, como adversários. A fase de grupos da edição 2017 começa em março e será disputada até o fim de maio.

Nesta semana e na próxima as equipes presentes na segunda fase preliminar definem em jogos de ida e volta os classificados para a última etapa prévia ao estágio de grupos, marcada para as duas semanas seguintes. Ao fim desta fase, as quatro equipes vencedoras vão completar os grupos.

Prioridade do Palmeiras neste início de ano, a Libertadores norteou o planejamento do elenco. Para Baptista, mesmo com a saída de Gabriel Jesus para o Manchester City, da Inglaterra, o Palmeiras pode ir longe na competição. "É uma grande perda, mas contratamos jogadores. É um time que não perdeu a cara ao perder o Jesus. Ele era a cereja do bolo, mas a equipe manteve a identidade", comentou.

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