Marcos de Paula/Estadão
Marcos de Paula/Estadão

Técnico do Taiti vive um conto de fadas no Brasil

Etaeta não esconde emoção por disputar a Copa das Confederações

Vitor Marques - Enviado especial, O Estado de S.Paulo

19 de junho de 2013 | 07h07

BELO HORIZONTE - Eddy Etaeta, 43 anos, assumiu a seleção do Taiti há três anos, mas trabalha na Federação desde 2000. Ex-jogador, focou esforços em projetos para as categorias de base, algo que não existia no país – Marama Vahirua só virou profissional porque deixou o Taiti, aos 17 anos. Para ele, a evolução vai se dar passo a passo e o próximo desafio é dar condição para que mais jogadores se profissionalizem, tendo assim a chance de jogar fora.

“Talvez na Austrália, no Japão ou na Nova Zelândia.” Etaeta e a seleção ficaram impressionados com o apoio da torcida. "Quando saímos da Polinésia não sentimos o apoio popular, mas agora isso tudo é um conto de fadas. E a imprensa brasileira ajudou a aumentar a visibilidade.” Jogar a competição pode ajudar a transformar o futebol do Taiti e popularizá-lo entre os 270 mil habitantes da ilha.

“Eu sei que nossos três jogos são transmitidos ao vivo no Taiti e toda a população assistiu a essa partida de abertura. Recebemos mensagem de apoio do governo, interromperam uma reunião do gabinete governamental por toda a partida.”

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