Técnico vê Flamengo desorganizado e cobra vitória no confronto de volta

Favorita, equipe brasileira fica no 2 a 2 contra o Bolívar em pleno estádio do Maracanã

Agência Estado

13 de março de 2014 | 08h49

RIO - O técnico Jayme de Almeida lamentou a "bobeada" do Flamengo na noite de quarta-feira e atribuiu o empate por 2 a 2 com o Bolívar, no Maracanã, à desorganização do time no segundo tempo. Com o segundo tropeço, o time carioca ocupa a segunda posição do Grupo 7 da Copa Libertadores.

Jogando diante de quase 43 mil torcedores, o Flamengo saiu atrás no placar, mas obteve a virada na metade do segundo tempo. No entanto, o time não conseguiu sustentar a vantagem e cedeu a igualdade aos 27 minutos.

"Infelizmente bobeamos. Faz parte do jogo. É levantar a cabeça. Não posso reclamar do grupo, que lutou o tempo todo", afirmou Jayme de Almeida. "Não esperava o resultado pela linda festa da torcida. Mas o segundo gol nos deixou um pouco abalado. Desorganizado, o gol não saiu", avaliou.

O resultado não abalou o técnico, que cobrou reação na próxima rodada, justamente contra o time boliviano. A partida será disputada na altitude de 3.640 metros de La Paz. "Temos que melhorar os nossos erros, não tem nada perdido. Podemos vencer em La Paz. Tenho muita confiança no trabalho deles. Não tenho medo de ir até a Bolívia", avisou.

Autor de um dos gols do Flamengo, Everton também lamentou o empate sofrido após a virada. "O time merecia sair com a vitória, pelo que lutou, pelo que correu, principalmente no segundo tempo. Conseguimos fazer os gols, mas infelizmente acabamos tomando o empate. Agora temos que buscar os pontos fora de casa. O time do Bolívar dificultou muito para nossa equipe, foi um jogo muito duro", opinou.

O zagueiro Wallace atribuiu o empate às oscilações da equipe. "No primeiro tempo a gente foi muito bem, no segundo tempo começamos bem, mas depois do primeiro gol, acabamos oscilando na partida. Não conseguimos ser incisivos. A gente lamenta, acontece, mas que sirva de lição para não cometermos os mesmo erros", afirmou.

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