Tecnologia do Estádio Nacional de Cingapura surpreende torcida

Arena inaugurada em junho, com o valor de R$ 3,5 bilhões, palco da partida entre Brasil e Japão, proporciona iluminação diferenciada 

Raphael Ramos, O Estado de S. Paulo

14 de outubro de 2014 | 17h09

Com um gramado de péssima qualidade, cheio de areia para cobrir as falhas, o Estádio Nacional de Cingapura revelou-se uma arena de última geração quando o assunto é tecnologia. Nesta terça-feira, o local mais parecia uma discoteca. A cada gol de Neymar, as luzes da cobertura se acendiam formando a palavra “goal” (gol em inglês) e começavam a piscar dando a sensação de movimento. O teto retrátil da arena é o maior do mundo e abre e fecha em apenas 20 minutos.

O estádio foi inaugurado em junho e custou o equivalente a R$ 3,5 bilhões. O local recebeu apenas a sua segunda partida de futebol – a inauguração foi em um amistoso entre a Juventus, da Itália, e a seleção local. Com capacidade para até 55 mil pessoas, ontem o público foi de 51.577 pessoas apesar de os organizadores terem divulgado que todos os ingressos haviam sido vendidos.

No intervalo, um jogo interativo exibido nos telões animou a torcida. O game era controlado pela intensidade dos gritos dos torcedores.  Apesar de tanta modernidade e tecnologia, havia pontos cegos no estádio. Quem estava atrás dos bancos de reservas, por exemplo, teve de assistir ao jogo de pé para poder enxergar o gramado. Em alguns locais do estádio, como a área destinada à imprensa, chegou a faltar a energia durante boa parte do jogo e o serviço de internet não funcionou.

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