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Teixeira diz que não tem pressa para definir técnico do Santos

'Se encontrarmos dificuldades, poderemos fazer igual ao Palmeiras, ficando uma semana sem técnico', explica

SANCHES FILHO, Agencia Estado

13 de julho de 2009 | 22h28

Duas horas depois de demitir o técnico Vágner Mancini, nesta segunda-feira, o presidente do Santos, Marcelo Teixeira, deu uma rápida entrevista na Vila Belmiro. Ele não citou Vanderlei Luxemburgo, o nome preferido da principal torcida organizada do clube, e nem Muricy Ramalho, que não acertou com o Palmeiras porque teria exigido salário superior a R$ 500 mil mensais, e que seria o preferido dos conselheiros.

 

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"Se encontrarmos dificuldades, poderemos fazer igual ao Palmeiras, ficando uma semana sem técnico. Só não vamos fazer nenhuma loucura", afirmou Teixeira, após confirmar que Serginho Chulapa ocupará interinamente o cargo no jogo contra o Barueri, nesta quarta, na Vila Belmiro, pela 11.ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Sobre a demissão de Mancini, ele argumentou que após a goleada que a equipe sofreu diante do Vitória (6 a 2), no domingo, em Salvador, a pressão da torcida foi muito grande para a troca de treinador.

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